quarta-feira, 27 de agosto de 2014

AVENIDA DA LEGALIDADE E DA DEMOCRACIA


POR INICIATIVA DOS VEREADORES FERNANDA MELCHIONNA E PEDRO RUAS, A CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE MODIFICOU O NOME DA AVENIDA CASTELO BRANCO PARA AVENIDA DA LEGALIDADE E DA DEMOCRACIA, COMEÇANDO A APAGAR AS INDEVIDAS HOMENAGENS À DITADURA CIVIL-MILITAR QUE ENLUTOU  E ENVERGONHOU O BRASIL. PARABÉNS FERNANDA, PARABÉNS PEDRO.

PEDRO RUAS, depoimento sobre a votação de hoje:
"Hoje a Câmara fez história, aprovando o projeto meu e da Fernanda Melchionna que mudou o nome da Av. Castelo Branco para Avenida da Legalidade e da Democracia. Não mais homenagens à Ditadura e seus símbolos. Toda homenagem ao maior movimento civico da história do Rio Grande do Sul (que é um dos maiores da história do Brasil), que é o Movimento da LEGALIDADE". 

Aprovação da Avenida da Legalidade e da Democracia

domingo, 24 de agosto de 2014

Patch Adams - A Revolução do Amor



Quem assistiu ao filme "Patch Adams - O Amor É Contagioso" estrelado por Robin Williams, deve ter ficado encantado com o sentido humanista do personagem. Casualmente, achei uma entrevista do próprio Dr. Patch Adams, em que ele fala sobre o que imagina que Medicina deve fazer: mais que curar, cuidar. (Assistir em tela cheia).


Patch Adams - A Revolução do Amor

segunda-feira, 30 de junho de 2014

III Manifesto Pela Educação

       Você Professor, e você que não é professor está convidado a ler este III Manifesto pela Educação, para talvez conseguirmos mudar essa Educação engessada que temos. Leia!! É importante!! Está no link abaixo.
       Compartilhe o link para que mais pessoas tenham essa oportunidade.





III Manifesto Pela Educação

sábado, 24 de maio de 2014

Exerto de O PEQUENO PRÍNCIPE - Saint Exupéry

"E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho.
Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o princípe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa.
Não me cativaste ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa.
Significa criar laços...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos.

E eu não tenho necessidade de ti.
E tu não tens necessidade de mim.

Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo... Mas a raposa voltou a sua ideia:
- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de teus passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música.

E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo...
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
- Por favor, cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o príncipe, mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me!
Os homens esqueceram a verdade, disse a raposa.
Mas tu não a deves esquecer.
Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"



sábado, 10 de maio de 2014

Dia Das Mães - 2014

Para Sempre

                                                     Por que Deus permite
                                                     que as mães vão-se embora? 
                                                     Mãe não tem limite,
                                                     é tempo sem hora,
                                                     luz que não apaga
                                                     quando sopra o vento
                                                     e chuva desaba,
                                                     veludo escondido
                                                     na pele enrugada,
                                                     água pura, ar puro,
                                                     puro pensamento.

                                                     Morrer acontece
                                                     com o que é breve e passa
                                                     sem deixar vestígio.
                                                     Mãe, na sua graça,
                                                     é eternidade.
                                                     Por que Deus se lembra
                                                     - mistério profundo -
                                                     de tirá-la um dia?
                                                     Fosse eu Rei do Mundo,
                                                     baixava uma lei:
                                                     Mãe não morre nunca,
                                                     mãe ficará sempre
                                                     junto de seu filho
                                                     e ele, velho embora,
                                                     será pequenino
                                                     feito grão de milho.


Cida

sábado, 29 de março de 2014

Neste Chão Tudo Dá



       Esse vídeo é de suma importância no sentido de conservar e recuperar o ambiente natural. Relata a experiência de Ernest Götsch, um suíço que resolveu trocar a vida confortável na Europa por uma terra exaurida na Bahia.


Neste Chão Tudo Dá

segunda-feira, 17 de março de 2014

Washington Novaes - Uma Questão de Sobrevivência

      Entrevista com o jornalista Washington Novaes, especialista em Meio Ambiente, que tem dedicado sua vida a difundir esse assunto, tendo produzido documentários importantes como Xingu, e mais recentemente Xingu - A Terra Ameaçada e Cerrado Urgente. Tem opiniões claras, equilibradas sobre esses assuntos.